Introdução

Podar consiste na remoção de certas partes de planta, ou de uma árvore, que se entende já não serem precisas, com o propósito de controlar o seu desenvolvimento, evitando, assim, que a planta, ou a árvore, seja deixada à sua conformação natural. Sazonalmente, os rebentos novos levam ao desabrochar das folhas, indispensáveis para a aquisição de energia solar. Enquanto isso acontece, os arbustos e as árvores aumentam em altura e em dispersão. Não sendo podadas, diminui a qualidade e a quantidade de flores e frutas. Com poda regular arbustos e árvores podem manter-se confinadas ao seu espaço no jardim ou pomar e maximizar a sua produtividade.

Sendo o processo da poda realizado sempre para satisfazer um interesse humano (o para quê), seja económico, fitossanitário ou ornamental, a qualidade desse processo depende da própria planta (o que podar), da altura em que deve ser feito (o quando), da técnica de podar e das ferramentas adequadas (o como) e, obviamente, das competências do jardineiro. Por conseguinte, a poda requer do jardineiro um triplo saber:

  • Saber o que podar, considerando a natureza de cada planta, a sua configuração, as suas partes, a sua utilidade e como ela responde a uma poda.
  • Saber quando podar, para que cada planta dê o seu melhor. 
  • Saber como podar, aplicando as boas práticas da técnica de corte e usando as ferramentas apropriadas.

Estes conhecimentos ajudam o jardineiro a tomar as melhores decisões durante o planeamento das suas operações de poda. Podar ao calhas, pode levar a formas aberrantes de um arbusto ou deslocá-lo para fora do espaço que lhe estava destinado; podar no tempo errado, pode levar ao sacrifício da maioria das gemas florais e dos frutos; podar no sítio incorrecto ou com instrumentos contaminados, expõe inutilmente a planta a doenças.


Objectivos

Há que evitar podar à toa, a qualquer altura do ano e não importa que espécie. A primeira consideração a ser tomada em conta pelo jardineiro deverá ser a finalidade ou efeito que ele procura alcançar com a poda. Segundo Inglez de Souza, os sete objectivos principais da poda são:

  1. Modificar o vigor da planta;
  2. Produzir mais e melhor fruta;
  3. Manter a planta com um porte conveniente ao seu trato e manuseio;
  4. Modificar a tendência da planta em produzir mais ramos vegetativos que frutíferos ou vice-versa;
  5. Conduzir a planta a uma forma desejada;
  6. Suprimir ramos supérfluos, inconvenientes, doentes e mortos;
  7. Regular a alternância das safras, de modo a obter anualmente colheitas médias com regularidade.

Tipos de poda

  • Poda de formação: conduz a planta a uma forma e um tamanho desejados e podemos distinguir, logo de começo, dois processos bem distintos de condução das plantas frutíferas:
    1. Formas livres
    2. Formas apoiadas (por tutores, pérgulas, caramanchões, ...)
  • Poda de frutificação
  • Poda de rejuvenescimento, reconstituição e tratamento
  • Poda de limpeza

O processo de crescimento nas plantas

Para saber quando e onde podar é preciso compreender como crescem as plantas.

 

Os rebentos verdes da gema apical produzem a hormona auxina que desce pelo tronco para inibir o desenvolvimento dos botões laterais.

Este processo, conhecido como "dominância apical", origina um único rebento dominante ou líder. 

 

ver auxinas

dominancia apical  
  Ao envelhecer, o caule torna-se mais firme, mas continua ainda maleável. E, à medida que amadurece, muda de cor. Os botões laterais mantêm a capacidade de crescer e formar brotos que podem continuar a produzir flores e frutas. 
     
  Quando está completamente maduro, o tronco fica lenhoso, geralmente mais baço e rígido. As gemas ficam dormentes, mas podem ainda voltar a ser capazes de crescer. Nalguns casos, também podem surgir brotos das raízes. 

Operações

Desponte

tem por finalidade frear o crescimento de determinados ramos em comprimento, de modo a propiciar o desenvolvimento de ramos inferiores.

Desbrota

é a supressão de brotos laterais improdutivos, ou seja brotos inúteis, que se desenvolvem à custa das reservas, em detrimento do florescimento e da frutificação.

Esladroamento

os ramos que nascem da madeira velha (do porta-enxerto, por exemplo) são denominados de ramos ladrões, e não apresentam nenhuma vantagem, pois exaurem as substâncias nutritivas da planta, perturbando seu desenvolvimento. Devem ser eliminados. Só não o são quando as plantas encontram-se em decrepitude e, neste caso particular, eles são utilizados para revigorar a árvore. 

Desfolha

é a supressão das folhas com diversas finalidades: melhor iluminação e arejamento das flores ou dos frutos, eliminação de focos de doenças e pragas iniciadas na folhagem, é um recurso que melhora a coloração de frutos, assim com a eliminação do excesso de folhas, principalmente daquelas que recobrem os frutos, que necessitam de luz para adquirir coloração (pêra, maçã, ameixa e kiwi). Na videira, são as folhas próximas aos cachos as responsáveis pela qualidade dos frutos. Esta eliminação de folhas deve ser feita com bom senso, pois o abuso neste desfolhamento priva a planta de seus órgãos de elaboração de reservas de nutrição. 

Incisões e anelamentos

é o descasque circular, ou seja, remoção de um anel de casca da base dos ramos novos, têm por finalidade interromper a descida e com isso a retenção da seiva elaborada próximo à sua gema ou ao seu fruto. Quando praticados no início do florescimento, aumentam a fertilidade das flores e, na formação do frutos, melhoram as suas qualidades (tamanho, coloração e sabor). Deve-se operar com moderação, pois uma série de interrupções de seiva poderá causar um enfraquecimento do vegetal. 

Desbaste

é a supressão de certa quantidade de frutos de uma árvore, antes da maturação fisiológica destes, assim proporcionar melhor desenvolvimento aos frutos remanescentes. Dentre as finalidades do desbaste pode-se citar: melhorar a qualidade dos frutos (tamanho, cor, sabor e sanidade); evitar a quebra de ramos (superprodução); regularizar a produção; eliminar focos de pragas e doenças; reduzir as despesas com colheita de frutos imprestáveis (defeituosos, raquíticos e doentes). Emprega-se normalmente o desbaste para o pessegueiro, a macieira, a pereira, a goiabeira, videira (uvas de mesa), etc., por estar o tamanho de seus frutos ligado a uma maior cotação e, em alguns casos, na tentativa de eliminar a produção alternada e manter a árvore com produção anual quase idêntica. Esse processo pode ser praticado em mangueira, macieira e pereira (Simão, 1998). O desbaste é feito à mão quando o fruto ainda se encontra em desenvolvimento inicial e não atingiu 2 cm de diâmetro. Algumas espécies apresentam estreita correlação entre número de folhas e qualidade do fruto. Assim, em pessegueiro, é boa a relação de um fruto para cada 15 ou 20 folhas e, em maçã, de um fruto para cada 30 ou 40 folhas (Simão, 1998). 

Desnetamento

é uma poda verde aplicada às videiras, consiste em aparar com a unha, ou simplesmente arrancar, os ramos secundários que nascem lateralmente do ramo principal e que são chamados de netos (Inglez de Souza, 1986).


A poda de arbustos e árvores de jardim

Primavera

  • Poda das partes velhas. Procurar encontrar o equilíbrio entre, por um lado, conservar o mais possível as partes velhas durante o inverno de modo a proteger a planta do frio e, por outro, podar os caules velhos antes de romperem os novos rebentos para evitar sacrificá-los. Neste caso, porém, é mais prudente adiar uma poda precoce em locais onde é previsível a ocorrência de geadas que podem comprometer os rebentos em desenvolvimento.
  • Controlo do tamanho e do vigor. A poda drástica é melhor do que a poda ligeira para fortalecer o crescimento de plantas como a budleia, a lavatera, as rosas e a Spiraea. Pode podar-se mais intensamente as hastes verticais fracas, de preferência em fevereiro ou no princípio de março para obter um novo crescimento quando o tempo começa a melhorar.
  • Corte para obter ramos coloridos. As hastes em forma de varetas intensamente coloridas dos Cornus e dos salgueiros, que abrilhantam os jardins durante o inverno, beneficiam com um forte corte pela base no final do inverno para obter todos os anos hastes novas.
  • Manutenção da saúde. É fácil podar os ramos doentes ou danificados nas árvores e arbustos de folha caduca depois de ter caído a última folha. Abrir a estrutura facilita a circulação da luz e do ar o que ajuda a deter o oídio e outras doenças.

  • Poda após a floração. Cortar as hastes que já deram flor incentiva o aparecimento de novos rebentos que irão florir ainda neste ano ou no próximo.

  • Março é o mês ideal para podar arbustos e árvores cultivadas com a finalidade de dar flores de verão (buddleia), grande folhagem arquitectónica no verão (paulownia) ou hastes coloridas de inverno (cornus):

Sabugueiro (Sambucus)

Budleia (Buddleja Davidii)

A budleia (Buddleja davidii) deve a sua popularidade à abundância de flores de verão e às borboletas que estas atraem. Se não for correctamente podada acaba por ser um dos arbustos mais desastrados num jardim, tornando-se rapidamente num arbusto descomunal (até 7m de altura) com uns penachos de flores pendurados no seu topo e um emaranhado de ramos delgados e despidos no horizonte visual. A sua poda drástica neste mês reduz o seu crescimento no verão (até 3m de altura e 2m de diâmetro), permitindo que as flores sejam mais facilmente apreciadas.

  1. Começar a poda em tempo ameno no período de entrada em crescimento no início da primavera. Mas, quando se prevê tempo muito frio para os próximos 2-3 dias, adiar porque a geada pode penetrar nos talos cortados e fazer com que eles se fendilhem ou morram. Após a poda, volta a crescer atingindo a mesma altura a meio do verão, quando chega a flor.
  2. Começar por reduzir com a tesoura manual a ramagem mais alta a cerca de metade da sua altura para permitir ter uma melhor noção do que se está a fazer à medida em que o trabalho progride. 
  3. Cortar as hastes lenhosas espessas cerca de 30cm acima do solo usando uma tesoura de poda de duas mãos (loppers) ou uma serra de poda. Sempre que possível, podar imediatamente acima de um broto ou rebento.
  4. Retirar os tocos e os ramos mortos, usando a serra ou os loppers, cortando-os nivelados com o tronco principal. Retirar ainda os ramos que se cruzam para evitar a fricção. Remover também os rebentos delgados da base. O resultado final deve ser o de uma estrutura curta e forte de cinco a seis ramos principais.
  5. Durante a operação, evitar pisar bulbos ou perenes a emergir na sua base. Os talos cortados devem ser retirados e cortados em pedaços para irem para o composto. No final, picar ligeiramente com a forquilha à volta da base para aliviar a compactação causada pelo calcar da terra e aplicar matéria orgânica morta à superfície do solo para reter a humidade e suprimir as ervas daninhas durante a estação de crescimento.

Esta técnica para limitar a altura do arbusto pode ser utilizada com as seguintes espécies: Buddleia davidii, Caryopteris, fuchsias, Hibiscus, Hydrangea, Lavatera, Perovskia, rosas, Spiraea.

Cornus alba

Esta técnica pode ser utilizada para obter ramos coloridos de inverno (Cornus alba, Cornus stolonifera, Cornus sericea, Rubus cockbumianus, Rubus thibetanus, Salix alba) ou para obter folhas grandes (Catalpa bignonioides 'Aurea', Cotinus, Eucalyptus, Paulownia tomentosa).    Video

  1. Cortar os tocos mortos deixados da poda do ano anterior para reduzir o risco de morte na estrutura de ramificação principal.
  2. Antes do começo do crescimento, cortar a um par de botões acima do chão as hastes que irão produzir o crescimento colorido desta primavera. 
  3. Procurar criar uma estrutura de tocos maduros que irá criar no próximo inverno um amontoado denso de rebentos coloridos novos.

Verão

  • Desbaste após o florescimento
  • Aparar para dar forma
  • Poda para estimular o florescimento e a frutificação

  • Manutenção dentro dos limites
  • Prevenção de infecções

Outono e Inverno

  • Poda de substituição
  • Preparação para o inverno
  • Rejuvenescimento de arbustos velhos
  • Evitar o sangramento 

A poda das roseiras

Roseiras subarbustivas modernas

  • Roseiras de flores grandes
    • Após a plantação ou na 1ª estação de dormência: poda drástica
    • Na estação de crescimento: remover ramos enfermos, ramos-ladrões e inflorescências murchas.
    • Na estação de dormência: cortar rebentos não produtivos e encurtar os caules.
  • Roseiras de flor em cacho
    • Ao mesmo tempo, mas não tão drasticamente.
  • Roseiras de pátio e miniaturas
    • No verão: remoção das inflorescências murchas
    • Na dormência: poda
  • Roseiras para cobertura de solo
    • Remoção rotineira dos caules secos e das flores murchas.
  • Roseiras padrão
    • Podar para obter uma copa uniforme e abertasobre um caule direito e sem ramos.

Roseiras arbustivas

  • Roseiras antigas de jardim
  • Roiseiras arbustivas modernas

Trepadeiras e de caule difuso

  • Roseiras trepadeiras
  • Roseiras de caule difuso

Formas especiais

  • Orientar roseiras em tripé
  • Corrdões de roseiras suspensos

A poda das árvores de fruto 

Ameixeira

"Hábitos de frutificação da ameixeira europeia (à esquerda) e da japonesa (à direita). A ameixeira europeia tem a vegetação separada da frutificação, isto é, gemas vegetativas sempre aparecem sobre ramos vegetativos e gemas frutíferas nascem exclusivamente sobre esporões. Agora reparem no desenho dadireita, tomado de uma ameixeira japonesa.. Vemos ali esporões apresentar gemas de fruto. Os esporões das ameixeiras japonesas são mais curtos e possuem as gemas em conglomerado. (Seg. Vieira Natividade). Na poda das ameixeiras, é importante o conhecimento básico do seu hábito de frutificação. Nas variedades europeias (Rainha Cláudia, D'Agen etc.) a frutificação ocorre sobre esporões e brindilas e a vegetação exclusivamente sobre ramos vegetativos.Nas variedades de origem japonesa (Kelsey, Santa Rosa etc), a frutificação aparece tanto sobre esporões como sobre ramos mistos." (Inglez de Sousa, pg. 61).

"Nas domésticas (européias) interessa sobretudo a conservação dos esporões e limitada emissão de ramos, que serão sempre vegetativos."

"Epoca da poda - No inverno. Se a região é de inverno brando, com épocas de florescimento e brotação precoces, a poda tem de ser efetuada no começo de junho. Ao contrário, se a região é de inverno muito frio, onde ocorrem geadas tardias e até mesmo nevadas (Caxias do Sul, Erechim, São Joaquim etc.), a poda deve ser retardada até as ameixeiras darem sinais evidentes de desabrochamento de suas gemas floríferas, pois elas primeiro florescem e depois se vestem de folhas. Falemos,agora, da poda de formação da ameixeirasegundo os dois métodos mais empregados e convenientes: guia modificada e vaso aberto."

Figueira

http://www.jardineiro.net/plantas/figueira-ficus-carica.html

Oliveira

Poda de formação.

Serve para formar o esqueleto da árvore. O tronco deverá ter uma altura entre 0,8 e 1,1m e as pernadas principais (2 a 4), devem ser bem constituídas, com bons ângulos de inserção e de preferência a saírem de pontos diferentes.

Poda de frutificação ou conservação.

Consiste numa poda mais forte do que a anterior, feita de 2 em 2 ou 3 em 3 anos, por forma a permitir o arejamento e a iluminação da copa. Cortam-se ramos velhos e doentes.

Técnicas de corte

Os cortes devem ser executados correctamente e com limpeza, de acordo com as boas práticas da técnica de corte, usando a ferramenta mais adequada. Daí, também, a necessidade de cuidar da seleção, manuseio e manutenção das ferramentas apropriadas.

Instrumentos de corte

O primeiro passo para uma poda realizada com eficácia e simplicidade, é ter uma boa colecção de ferramentas apropriadas para cada situação ou tipo de tarefa em particular.

  • Tesouras de poda:
    • Tesoura Manual (inglês: secateur), para ramos com diâmetros com menos de Ø 2,5 cm
    • Podão (inglês: lopper), ou tesourão (no Brasil), tesoura a duas mãos para poda de ramos até Ø 4 - 5 cm. Poderá ter um cabo telescópico ou extensível, para poda alta.
    • Tipos de lâmina das tesouras de poda:
      • De tipo by-pass, para trabalhos de precisão em troncos mais sensíveis ou fibrosos, em que a lâmina e a contra-lâmina deslizam uma pela outra.
      • De tipo bigorna, para formações lenhosas (galhos) duras, em que a lâmina comprime o galho sobre um batente feito em material de alta resistência.
  • Serras e serrotes:
    • Serrote, afiado num único sentido
    • Serra de podar, afiada nos dois sentidos
  • Corta sebes, eléctricos, recarregáveis e manuais
  • Motoserra, eléctrica ou a gasolina, para corte de ramos grossos ou abate de árvores.
  • Para afiar: limas e pedras de amolar.
  • Ofertas comerciais:  FlipKartGardenaLoewe, Stihl

Limpeza dos instrumentos

 A limpeza das ferramentas de poda deve ter como finalidades:

  • Prevenir a propagação de infecções
  • Manter a ferramenta afiada
  • Remover a ferrugem e impedir que elas se enferrugem

As ferramentas devem ser limpas e oleadas com regularidade. Limpar com um pano embebido em óleo as lâminas e todas as partes metálicas; afiar as lâminas com pedra de afiar ou uma lima; pintar ou envernizar as restantes partes e tratar as madeiras com óleo de linhaça.

O corte correcto

Demasiado lonje de uma gema.
Um corte muito acima de uma gema deixa uma ponta de caule que incentiva a morte. Isso pode espalhar-se para além do botão, levando eventualmente à morte de todo o rebento.

Demasiado perto de uma gema.
Um corte muito perto de uma gema pode danificá-la e deixá-la propensa a secar ou a sofrer danos causados pela geada. O resultado pode ser, então, um crescimento fraco ou a morte do tronco.

Ângulo errado.
Podar no ângulo errado relativo ao botão permite a acumulação de humidade na superfície de corte aumentando o risco de crescimento de fungos. Esse corte também pode danificar a ponta da gema.


Corte correcto.
Um corte direito inclinado na mesma direção da gema, e não mais de 5mm acima, proporciona a melhor chance do crescimento de um broto forte.

RHS Pruning groups

PG 1: Poda ligeira
PG 2: Arbustos de floração precoce
PG 3: Arbustos com rebentos que partem da base
PG 4: Arbustos com floração estival (Hydrangea)
PG 5: Deciduous winter and early spring-flowering shrubs
PG 6: Arbustos com floração estival ou outonal
PG 7: Poda para obter hastes e folhagem
PG 8: Arbustos perenifólios de floração precoce
PG 9: Arbustos perenifólios de floração tardia
PG 10: Arbustos perenifólios
PG 11: Trepadoras vigorosas
PG 12: Trepadoras moderadamente vigorosas
PG 13: Wall trained shrubs
 

Ver no site da RHS

 

Referências

  • Adam Pasco (2013). Your Pruning Year, Gardeners World, Fevereiro, pp. 31-34
  • David Hurrion (2014). Your Pruning Month, Gardeners World, Março, pp. 87-89
  • David Hurrion (2013). Your Pruning Month, Gardeners World, Março, pp. 69-71
  • Direcção Regional de Agricultura da Beira Litoral: A poda da oliveira (PDF
  • Fruit tree pruning: Basics in Antelope Valley Tree Farm (PDF)
  • Hawthorne (2003), pp.36-47
  • Inglez de Sousa, J. S. (1972) Poda das plantas frutíferas: O guia indispensável para o cultivo de frutas, S.Paulo: Nobel.  (PDFGoogle Play
  • Your Pruning Year, Gardeners World, Março de 2015, pp. 117-140

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